1. Matrículas
  2. Grade horária
  3. Formulários
  4. Estrutura curricular
  5. Qualificações e defesas
  6. Calendário acadêmico
  7. Dissertações
  8. Periódicos e publicações
  9. Manual do discente

Periódicos e publicações

Capa do livro Educar para servir

Título: Educar para servir: masculinidades no Asilo de São Francisco de Assis (1888-1940)
Autor(es): Fabiana Inácia da Silva Assunção e Paula Cristina David Guimarães
Ano: 2025
Editora: Dialética

Este livro constitui-se da análise de uma instituição assistencial, o Asilo de São Francisco de Assis, que possuía caráter educacional e de formação para o trabalho; acolhia meninos órfãos da cidade de São João del-Rei, um dos principais centros urbanos de Minas Gerais desde sua fundação, no século XVIII. A pesquisa contribui para os estudos em História da Educação que se dedicam a analisar as instituições asilares, ampliando o conhecimento do campo, sobre as instâncias educativas que se afirmaram como participantes do processo de modernização da sociedade por meio da perspectiva de educação e civilização da população pobre.

Capa do livro Representação estudantil

Título: Representação estudantil: teoria e estudo de caso em uma escola pública de Minas Gerais
Autor(es): Thiago G. S. Sales, Paulo Cesar Pinheiro
Ano: 2024
Editora: Dialética

O livro é fruto de uma dissertação de mestrado que teve o objetivo de compreender a dinâmica da representação estudantil em uma escola da rede pública do estado de Minas Gerais por meio de um estudo de caso. Foram analisados documentos oficiais que normatizaram a constituição do chamado “Conselho de Representante de Turma” e feito o acompanhamento das experiências dos estudantes, somando-se a realização de entrevistas e a aplicação de questionários com a intenção de responder à seguinte pergunta de pesquisa: como foi construída a representação estudantil e quais aprendizagens emergiram dessa experiência representativa? Utilizando referenciais teóricos sobre representação política e uma revisão de literatura sobre a representação estudantil no contexto das juventudes, a pesquisa realizada expôs caminhos pelos quais a representação estudantil no ensino básico pode ser construída como aprendizagem da política e da cidadania. Sua conversão no presente livro firma a esperança de que educadores e educandos compreendam e possam se engajar com questões políticas e desenvolver representações e instituições cada vez mais democráticas, em busca de uma formação mais humana e engajada com o exercício da cidadania.

Capa do livro Educação e Cinema

Título: EDUCAÇÃO E CINEMA: imagens de velhices e infâncias
Autor(es): Fernanda Omelczuk Walter e Mônica de Ávila Todaro (Organizadoras)
Ano: 2021
Editora: Tesseractum

Esta publicação reúne de forma exemplar um conjunto de temas e reflexões sobre nossas preocupações com os encontros e desencontros entre gerações, tendo como referência um conjunto de obras cinematográficas que dialogam entre si e com o público de profissionais da educação, sem deixar também de comover pessoas que se importam e se sentem afetadas pelas imagens contemporâneas de velhices e infâncias. Os artigos que compõem este livro, ao evocar o tema da produção da subjetividade através das contribuições das narrativas cinematográficas, provoca o leitor a ser afetado pela experiência ética e estética, permitindo ao filme que está sendo discutido uma nova projeção histórica. As análises dos filmes apresentados nos forneceram os conceitos necessários para enxergar os enquadramentos a que estamos submetidos na cultura contemporânea, mostrando a importância de se problematizar os modos de ser das infâncias e velhices, acreditando na possibilidade de que crianças e adultos, possam definir juntos outros caminhos para o jogo e para a vida. Há que se incentivar a recusa, por parte dos adultos e das crianças, dos modos cristalizados, tipificados e estereotipados de ser e de agir. A educação que tem como base o exercício da crítica do cinema é uma estratégia promissora para alcançarmos uma formação para a prática da diversidade e da cidadania em um mundo que clama por sabedoria e justiça.

Capa do livro Uma educadora republicana

Título: Uma educadora republicana: a face desconhecida de Maria Lacerda de Moura
Autor(es): Paula Cristina David Guimarães
Ano: 2021
Editora: Editora da UFMG

Este livro apresenta a face ainda desconhecida de Maria Lacerda de Moura: a de professora republicana. No contexto da cidade de Barbacena do início do século XX, é apresentada a professora que iniciou sua carreira em Escola Normal, lugar onde mobilizou discursos, publicações e ações para validar a educação como condição primordial para a efetivação da República brasileira. Também é apresentada a reformadora social, que desafiou a sociedade patriarcal de seu tempo ao se colocar como intelectual e pesquisadora da educação, espaço pouco autorizado à mulher naquele período. Amparada na racionalidade científica e em redes de sociabilidade, se colocou como pioneira na escrita de um projeto de estudo científico da infância, materializando o desejo de efetivar a escola graduada, considerada a única organização possível para a efetiva educação de uma maior parte da população. Sua postura feminista, contudo, não deixou de gerar desconfianças sobre sua atuação, que foi alvo de cerceamento pelo governo do estado.

Capa do livro Filosofia da Educação

Título: Filosofia da Educação e multiplicidade em Michel Serres
Autor(es): Maria Emanuela Esteves dos Santos
Ano: 2020
Editora: Appris

Existem filósofos que contribuem diretamente para o pensamento em educação. Filósofos que se dedicam a pensar o aprender, o ensino, os sujeitos da relação pedagógica, a formação, o objetivo, os sentidos da educação etc. Mas existem ainda aqueles filósofos que não tratam diretamente das questões pedagógicas ou educacionais. Entretanto, a riqueza de seu pensamento e a intensidade de suas proposições são de tal forma relevantes, que, por si mesmas, pelo que fazem e como fazem, influenciam marcadamente o pensamento no campo da educação, bem como nos demais campos de compreensão da vida, do mundo e dos homens. Michel Serres é um desses filósofos que se insere simultaneamente nas duas vertentes. A princípio, o conjunto de sua obra se dispõe frequentemente a pensar de forma direta a educação, seus problemas e suas questões específicas, sobretudo nas suas últimas obras, a pensar a educação e os novos tempos. Não obstante, a filosofia de Serres, como ela se constitui, pelas posições que elege e pelas configurações específicas que assume como filosofia das multiplicidades, é capaz de influenciar tanto quanto, ou mais, determinadas diretrizes do pensamento em educação. Esta obra busca tratar, precisamente, das duas implicações da filosofia de Serres para o pensamento em educação: as implicações do que ele diz diretamente sobre o assunto; mas, principalmente, as implicações para o campo das questões educacionais de uma filosofia das multiplicidades como teoria da comunicação, que se configura nas ideias, concepções e posições do filósofo no conjunto de sua obra.

Capa do livro Evasão e permanência

Título: Evasão e permanência em cursos EAD: com a palavra, o aluno
Autor(es): Camila Nascimento Figueiredo Nascimento e Maria Emanuela Esteves dos Santos
Ano: 2020
Editora: Autografia

Em tempos de desterritorialização de saberes e fazeres, são permanentes e sempre urgentes os desafios colocados para a Educação. Destaca-se, nesse campo, a partir das potencialidades da relação constituída entre as tecnologias digitais da informação e comunicação e as práticas pedagógicas, as políticas públicas mais recentes criadas neste país para o desenvolvimento da Educação Superior a distância, por meio, principalmente, da Universidade Aberta do Brasil (UAB). Embora esta tenha sido implementada com o objetivo de democratizar e interiorizar a Educação, permitindo o acesso a camadas da população até então dela alijadas, as universidades participantes do sistema UAB têm tido, entre os seus muitos desafios, o enfrentamento da dificuldade de evitar a evasão de seus estudantes, num contexto que pode lhes ser, de muitas formas, desfavorável. Este trabalho se dispõe a elucidar algumas das principais causas desse fenômeno. Ao apontar quais as razões, a partir da visão dos próprios sujeitos envolvidos no processo, levam os alunos à desistência dos cursos pelos quais optaram, ele nos propicia importantes reflexões, não apenas para o universo que estuda – o curso de Pedagogia a distância da UFSJ, mas também para todos os envolvidos na elaboração e gestão de cursos do sistema UAB. Auxilia, portanto, a não perdermos de vista que a Educação Pública e gratuita deve ser, efetivamente, de qualidade, o que inclui, certamente, sua capacidade de trabalhar pela permanência dos estudantes, seus sujeitos, até a conclusão de sua formação, de maneira a cumprir a sua missão estratégica de construir um país socialmente mais justo, democrático e, por que não, mais solidário.

Capa do livro Teoria Ator-Rede

Título: TEORIA ATOR-REDE E EDUCAÇÃO
Autor(es): Francisco Ângelo Coutinho e Gabriel Menezes Viana (Org.)
Ano: 2019
Editora: Appris

Teoria Ator-Rede e Educação é um livro que reúne pesquisas e reflexões construídas por pesquisadores das áreas de educação e do ensino, que buscaram conciliar conceitos e metodologias produzidos por Bruno Latour e colaboradores no estudo de questões educacionais. Como formigas, seguiram rastros, olharam de perto, e de forma intensa e coletiva empreenderam esforços teóricos e metodológicos que se apresentaram híbridos de caos-ordem e desconfiança-ingenuidade, transformando, assim, registros em dados de pesquisa e reflexões. No estudo de espaços educacionais (formais e não formais), procuraram apontar questões de ensino-aprendizagem, currículo, inclusão, educação científica, formação de professores, entre outros. A expectativa é de que este livro (um actante) possa agir em outras redes e, para isso, os autores contam com o leitor, quer seja criticando, refutando, questionando, criando controvérsias, e quem sabe, até mesmo, concordando e ampliando o que foi apresentado.

Capa do livro Educação Culturas

Título: Educação Culturas, Políticas Educacionais e suas relações com a Pesquisa
Autor(es): Giovana Scareli (Org.)
Ano: 2015
Editora: Sulina

Este livro busca contribuir com o debate nos temas Educação, Cultura, Políticas e Práticas Educacionais, principalmente no que diz respeito às suas relações com a pesquisa na área da educação. A obra teve origem a partir das mesas-redondas do 11º Encontro de Pesquisa em Educação da Região Sudeste de 2014.

Capa do livro Iniciação Científica

Título: Iniciação Científica: Voz e Vez de Estudantes
Autor(es): Magali R. de Sant’Anna, Mônica de A. Todaro, Rosiley Ap. Teixeira (Orgs.)
Ano: 2015
Editora: Oikos

Os capítulos deste livro dão voz e vez a jovens pesquisadores que se debruçaram com afinco na iniciação científica. Professores/as e alunos/as de duas universidades (UNINOVE e USP) vislumbram divulgar trabalhos que em grandes eventos científicos aparecem de modo parcial. Seu diferencial reside no fato de trazer à tona o olhar de orientandos e orientadores, cujos interesses reais e discussões revelam outras possibilidades de compreensão dos fenômenos da atualidade.

Capa do livro Pistas para uma didática

Título: Pistas para uma (possível) didática do Ensino Superior
Autor(es): Mônica de Ávila Todaro (Org.)
Ano: 2016
Editora: CRV

Certeau (1994, p. 199) nos conta que, em Atenas, os transportes coletivos se chamam methaforai, que quer dizer, “metáforas”. Ele explica que os relatos/narrativas são nossos transportes coletivos, ou seja, são nossas metáforas, que vão conduzir nossas travessias e deslocamentos. Precisamos, portanto, dos relatos para nos situar diante do mundo. Assim, todo relato compõe uma prática de espaço, pois os relatos de experiência atravessam e organizam lugares. O autor também explica que “[…] um lugar é a ordem (seja qual for) segundo a qual se distribuem elementos nas relações de coexistência” (CERTEAU, 1994, p. 201). Já o espaço vem a ser um lugar praticado. Nesse espaço-livro e nesse tempo de estudante, os capítulos trazem textos que nos permitem compreender as visões de mestrandas e mestrandos acerca da didática no ensino superior, vivenciada por elas e eles na graduação e agora problematizada na pós-graduação stricto sensu. Ao lerem o que aqui relatamos, talvez outras pessoas interessadas no tema encontrem pistas para uma outra didática possível, que não aquela na qual professores e professoras de graduação desconsideram a voz e os saberes de educandos. Abrir espaço para narrar a prática educativa vivenciada pode significar o início de uma reflexão profunda acerca da pessoa/profissional/docente que nos tornaremos quando obtivermos o título de mestre.

Capa do livro O que te move a pesquisar

Título: O que te move a pesquisar? Ensaios e experimentações com cinema, educação e cartografias
Autor(es): Giovana Scareli e Priscila Correia Fernandes (Orgs.)
Ano: 2016
Editora: Sulina

O objetivo deste livro é apresentar pensamentos, ensaios, resultados de pesquisa acadêmica, que vão se entrelaçando como em uma cartografia, que dispara afetos e traça linhas de intersubjetividades. O livro conta com textos transversalizados por temas como imagens, ciências, filosofia, currículo, narrativas transmídia. São trabalhos escritos por pesquisadores de diversas instituições do país.

Capa do livro Paulo Freire

Título: Paulo Freire e a Pesquisa em Educação
Autor(es): Bruna Sola da Silva Ramos (Org.)
Ano: 2016
Editora: Sulina

Esta obra é um convite para pensarmos as contribuições do pensamento de Paulo Freire para a práxis da pesquisa em educação. Fruto de estudos realizados na disciplina A pedagogia crítica de Paulo Freire, ministrada no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de São João del-Rei, e compartilhados no I colóquio Paulo Freire e a Pesquisa em Educação, o livro traz reflexões produzidas por estudantes-pesquisadores convidados a articular os ensinamentos freirianos aos diferentes processos investigativos sobre os quais se debruçam.

Capa do livro Do outro lado do espelho

Título: Do outro lado do espelho: insurgências e resistências descoloniais
Autor(es): Manuel Tavares e Mônica de Ávila Todaro (Orgs.)
Ano: 2016
Editora: BT Acadêmica

O título metafórico do livro, Do outro lado do espelho: insurgências e resistências descoloniais, suscita múltiplos significados. Pretendemos atribuir-lhe, por um lado, o sentido de falsidade e ilusão e, por outro, o de resistência e libertação. Para além desse sentido, o espelho é um limite, uma barreira que, projetando a própria imagem, impede que se veja para além dela. Imagem não é realidade, é uma mera representação e, muitas vezes, ilusória e falsificada. O colonialismo e os processos múltiplos de colonização transmitiram de si uma imagem mistificante da realidade, ocultando o outro lado “do espelho”. Este livro pretende revelar esse outro lado insurgente e resistente, apresentando um conjunto de ensaios cuja produção decorreu da experiência dos estudantes e professores de mestrado e doutorado, do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), possibilitada pela imersão internacional, no CIDES, da Universidad Mayor de San Andrés, La Paz, Bolívia.

Capa do livro Releituras de Foucault

Título: (Re) Leituras de Foucault nas pesquisas em educação
Autor(es): Laerthe de Moraes Abreu Junior, Mônica de Ávila Todaro, Paula Cristina David Guimarães (Orgs.)
Ano: 2017
Editora: BT Acadêmica

Capa do livro Telas da docência

Título: Telas da docência: professores, professoras e cinema
Autor(es): Célia Maria Fernandes Nunes, Inês Assunção de Castro Texeira, Margareth Diniz, Maria Jaqueline de Grammont Machado de Araújo, Milene de Cássia Silveira Gusmão, Valeska Fortes de Oliveira (Orgs.)
Ano: 2017
Editora: Autêntica

“Memória e reconhecimento constituem, a meu ver, a matéria-prima de que é feita a ponte que, no projeto que dá origem a este livro, aproxima cinema e educação, universidade e escola, teoria e prática, pesquisadores/as e professores/as da educação básica. A maior parte dos dados e dos textos aqui contidos diz respeito às relações dos/as professores/as com o cinema, em especial, às lembranças e experiências com o cinema; aos processos de construção de identidades pessoais e profissionais com o cinema. Biografias, autobiografias, rememorações, encontros, narrativas, bordados, visualizações de filmes, debates, entrevistas, videogravações e conversas foram alguns dos instrumentos com os quais a equipe de pesquisadores/as amealhou relatos pessoais, histórias de vida, percepções sobre a prática docente, imaginários e saberes, e produziu reflexões teóricas sobre as contribuições do cinema para a vida dos/as professores/as, para sua formação e para o ensinar/aprender. Rosália Duarte”

Capa do livro Estesia

Título: ESTESIA: CORPO, FENOMENOLOGIA E MOVIMENTO
Autor(es): Terezinha Petrucia da Nóbrega (Org.)
Ano: 2018
Editora: LiberArs

O presente livro, para além de ser uma comemoração da existência do grupo de pesquisa Estesia/UFRN coordenado pela profa. Dra. Terezinha Petrucia da Nóbrega (organizadora do livro), coloca em relação vários pesquisadores brasileiros e franceses que discutem os temas em foco: corpo, fenomenologia e movimento. Ressaltamos que os capítulos trazem interessantes abordagens a partir da perspectiva filosófica fenomenológica em diálogo com a Educação que muito contribuem para os interessados nesses campos do saber.

Capa do livro Estética e Existência

Título: Estética e Existência: Filosofia e Loucura
Autor(es): Iraquitan de Oliveira Caminha e Maria Gorete Bezerra de Lucena (Org.)
Ano: 2018
Editora: LiberArs

O presente livro tem a intenção de convidar você para apreciar e discutir diferentes compreensões sobre a relação entre filosofia e loucura. Todos os textos são frutos das apresentações dos trabalhos no II Colóquio Internacional Estética e Existência, realizado pelo Grupo de Filosofia da Percepção com o apoio Programa de Pós-graduação em Filosofia e do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba, na cidade de João Pessoa-PB, em 2016, que discutiu as relações entre Filosofia e Loucura. Reunimos diferentes pensadores para debater sobre as aproximações que podemos estabelecer entre a prática do filosofar e a expressão da loucura. Os resultados dessas discussões deram origem ao conjunto desses textos da coletânea organizada por Iraquitan de Oliveira Caminha e Maria Gorette Bezerra de Lucena. Convidamos o leitor para dialogar sobre a possibilidade de compreender o ato de ser filósofo e de ser louco como manifestações do sofrimento humano, que busca expressar diferentes modos de existir.

Capa do livro Filosofia Educação

Título: FILOSOFIA, EDUCAÇÃO E SUBJETIVIDADES: OUTROS SENTIDOS PARA O EDUCATIVO
Autor(es): Avelino Aldo de Lima Neto, Luis Lucas Dantas da Silva e Maria Betânia do Nascimento Santiago (organizadores)
Ano: 2018
Editora: LiberArs

O livro convida a você para apreciar e discutir diferentes perspectivas filosofia, educação e subjetividades. Reunimos diferentes pensadores para debater sobre as aproximações que podemos estabelecer entre essas práticas tendo em vista sinalizar outros sentidos para o fazer educativo. O livro é provocante e instiga-nos aos Outros sentidos para o educativo … em razão de que o Ser Humano, em seu existir afetivo, não se esgota numa ou noutra formalização educacional! Os tecidos do livro em sua vinculação mesmo com o corpo-carne dão-nos o que pensar, sentir e agir com outros gestos em nossa existência!

Capa do livro Bakhtin Partilhado

Título: BAKHTIN PARTILHADO
Autor(es): Maria Teresa de Assunção Freitas - Bruna Sola Ramos (Orgs.)
Ano: 2017
Editora: EDITORA CRV

Os textos que compõem esse livro são o produto de um grande diálogo construído entre professores e alunos da pós graduação em educação de duas universidades mineiras em torno do pensamento de Mikhail Bakhtin. Os autores pretendem prolongar esse diálogo partilhando com o leitor suas reflexões sobre os conceitos construídos por esse autor que vive na grande temporalidade.


Última atualização: 21/10/2025