Conep discute rumos do calendário acadêmico de 2021

Conselheiras e conselheiros do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSJ (Conep), em reunião de trabalho na última quarta, 17, encaminharam pedido às prós-reitorias de Ensino de Graduação (Proen) e de Pesquisa e Pós-Graduação (Prope) de revisão das resoluções nº 007 e nº 009, que tratam das normas relativas ao ensino remoto emergencial na Universidade, enquanto durar a pandemia da Covid-19.

Proen e Prope vão debater, respectivamente, com a Congregação e o Colegiado da Pós-Graduação, questões que precisam ser equacionadas para o calendário acadêmico de 2021, face às experiências exitosas durante o período extemporâneo, assim como àquelas que demandam novas análises, para ajustamento a uma realidade de trabalho que ainda se delineia num cenário de exceção. “Todas as condições que embasaram a adoção do ensino remoto na UFSJ ainda persistem, ou se agravaram. Com essa proposta, o Conep busca garantir condições de oferta para uma melhor experiência remota de nossos alunos”, afirma o professor Peter de Matos Campos.

A proposta de uma reunião de trabalho para discutir o planejamento acadêmico de 2021 foi apresentada pela conselheira Maria do Socorro Alencar Nunes Macedo, na reunião extraordinária do Conep, realizada no dia 10 de fevereiro de 2021. “Temos que responder às demandas de nossa comunidade e da sociedade sobre quais serão as alternativas de formação de nossos alunos num futuro imediato”, destaca. Essas discussões vão contribuir com as análises da Comissão Específica para a Definição das Linhas Gerais do Planejamento do Retorno Gradual das Atividades Presenciais, no âmbito do Conselho Universitário.

Os adendos às citadas resoluções voltam para deliberação no Conep, antes de seguir para apreciação da comunidade universitária, por meio de suas representações. De acordo com o reitor Marcelo Andrade, presidente dos Conselhos Superiores da UFSJ, a reunião de trabalho cumpriu seu objetivo, ao fazer apontamentos que visam garantir a continuidade de um processo de escuta essencialmente democrático. “Toda escuta precisa de referências, e a nossa tem sido o diálogo, num debate que não é simples. Todos serão ouvidos.”


Publicada em 18/02/2021
Fonte: ASCOM

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