Reitor da UFSJ, Marcelo Andrade, representa a Andifes audiência em Brasília

Publicada em 06/08/2025

Nesta segunda, 05, o Reitor da UFSJ e Representante da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), professor Marcelo Andrade, participou de uma audiência em Brasília, na Câmara dos Deputados. O objetivo do encontro foi analisar o projeto de lei complementar nº 235/2019, que busca instituir o Sistema Nacional de Educação (SNE), com normas para a cooperação entre União, Estados, Distrito Federal e municípios, visando integrar as políticas educacionais. 


Durante sua fala, o reitor defendeu a universalização do acesso à educação básica de qualidade, erradicação do analfabetismo, garantia de infraestrutura adequada e equidade na alocação de recursos, gestão democrática e transparente, inclusão de populações vulneráveis e formação de profissionais da educação básica. 


Sobre o orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), o reitor expõe o que julga ser a maior dificuldade: a falta de previsibilidade orçamentária. Ele aponta que, além de os gestores não saberem qual será o orçamento disponível a cada ano, ele, em geral, diminui e é insuficiente. Portanto, o reitor aponta que é fundamental que seja aprovada uma legislação que assegure a previsibilidade e garanta o financiamento necessário para o funcionamento das instituições. 


Reitor também participa de reunião técnica sobre reparação da bacia do Rio Doce


Após a audiência, o reitor, junto com outros reitores de IFES de Minas Gerais e do Espírito Santo, também participou da reunião técnica com os membros da Comissão Externa de Fiscalização dos Rompimentos de Barragens e Repactuação (CEXMABRU). O tema principal foi discutir sobre a atuação das Instituições de Educação no processo de reparação da bacia do Rio Doce.


O rompimento da barragem é um dos maiores desastres ambientais registrados no país. A barragem da mineradora Samarco, controlada pelas empresas Vale e BHP Billiton, rompeu e despejou 40 bilhões de litros de rejeitos de minério em 700 km da bacia do Rio Doce.


A tragédia, que aconteceu em novembro de 2015, completa 10 anos neste ano. Como parte do processo de reparação e recomposição, o presidente Lula destinou uma verba de 170 bilhões de reais para as ações de recuperação da bacia. 


Para assistir a transmissão da audiência, acesse o link